pague a sopa. faça um forte. taque fogo.
homem-sangue
pura tinta e
tão inteiro
nenhum contracheque
nenhum deus
em ditados
de dormir
quando
cheios
os chiqueiros deste mundo
te entenderam?
te entenderam
caro
querido
nevoeiro?
apanha-gravetos
bolsos semeados
de segredos
seu sorriso
sempre sério
ameaça
o esporte
da inação
saltar por sobre
escolhos quando cães
te perseguem, ó
pássaro
