
Maria Teresa Horta
Imagem da autora: Lyrikline / Literaturwerkstatt Berlin
Poeta, ficcionista, jornalista e crítica literária portuguesa, nascida em Lisboa em 1937 e falecida em 2025, é uma das figuras mais centrais do feminismo português. Frequentou a Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e foi a primeira mulher a exercer funções executivas em cineclube. Estreou na poesia em 1960 com Espelho Inicial e participou em 1961 no volume colectivo Poesia 61 (com Tatuagem). Nos anos 60 publicou Cidadelas Submersas, Verão Coincidente, Amor Habitado, Candelabro, Jardim de Inverno e Cronista não é Recado. Em 1971 publicou Minha Senhora de Mim, apreendido pela PIDE. Co-autora, com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, de Novas Cartas Portuguesas (1972) — pelo qual as três foram processadas por «ultraje aos bons costumes». Publicou ainda Educação Sentimental (1975), Mulheres de Abril (1977), Rosa Sangrenta, Os Anjos, Minha Mãe meu Amor, Destino, Só de Amor, Inquietude (2006), Les Sorcières – Feiticeiras (Actes Sud, 2006) e Poesia Reunida (2009). Em 2004 foi distinguida pelo Presidente Jorge Sampaio como Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. W
Textos no acervo · 10
| # | Título | Livro | Ano | Áudio | Leituras | Salvos |
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| 01 | SOU | — | — | 2 | 1 | |
| 02 | Verso e veia | Inquietude | 2006 |



