
Ágota Kristóf
Imagem da autora: Domínio público / acervo
Ágota Kristóf (Csikvánd, Hungria, 1935 — Neuchâtel, Suíça, 2011) foi uma das vozes mais singulares da literatura europeia do fim do século XX. Aos 21 anos, durante o levante húngaro de 1956, exilou-se na Suíça com o marido e a filha pequena. Trabalhou anos em uma fábrica de relógios em Neuchâtel até começar a escrever em francês — uma língua que, segundo ela, jamais dominou plenamente, e à qual chamou de inimiga. Estreou em 1986 com O grande caderno, primeira parte da trilogia que inclui também A prova e A terceira mentira. A analfabeta (2004), breve relato autobiográfico, condensa em poucas páginas a experiência do exílio linguístico. W
01 — COMO ESCRITORA
Textos no acervo · 1
| # | Título | Livro | Ano | Áudio | Leituras | Salvos |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 01 | Língua materna e línguas inimigas | A analfabeta | 2004 | 1 | 1 |
02 — COMO AUTORA
